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Goioerê - PR > Policial

Atualizado em 29/07/2018 01:20 por Rubens Silva

Refugiados da Venezuela poderão ser abrigados na Aldeia SOS em Goioerê

Para receber os refugiados, a direção da entidade estaria promovendo melhorias nas casas que mantém na chácara em Goioerê. Diversos serviços já foram feitos, inclusive na parte elétrica das casas.

A exemplo do que vem acontecendo em outras cidades do País, Goioerê poderá receber refugiados da Venezuela. A informação ainda não foi confirmada oficialmente, mas segundo consta, os venezuelanos seriam acolhidos na chácara das Aldeias SOS, que possui estrutura para receber diversas famílias.
Para receber os refugiados, a direção da entidade estaria promovendo melhorias nas casas que mantém na chácara em Goioerê. Diversos serviços já foram feitos, inclusive na parte elétrica das casas.
Em Goioerê, existem 11 casas disponíveis, com capacidade para atender até 50 pessoas. As casas contam com banheiros, sala, cozinha, quartos, armários imbutidos. Segundo a gestora nacional das Aldeias SOS, Sandra Greco, a acolhida aos venezuelanos tem como princípio e essência, o cuidado, a solidariedade e a compaixão que são valores intrínsecos da organização.
“São valores importantes e que pesam nessa hora”, diz ela. A gestora cita que como parceira no programa de interiorização dos refugiados, as Aldeias SOS esperam receber ainda mais venezuelanos nas próximas semanas, nos estados do Paraná, Distrito Federal e Paraíba.
De acordo com a gestora nacional, o projeto prevê um tempo mínimo de permanência de três meses com aulas de português e encaminhamento a programas oficiais de saúde, educação, trabalho e renda. “Vamos dialogar para buscar as expectativas e as expertises de cada um. Eles vêm com seus sonhos. Não vamos impor a eles um plano de vida”, afirma Sandra Greco.
Ainda de acordo com a gestora, acolher pessoas é um trabalho que a SOS faz no mundo todo e a entidade não poderia se furtar a essa missão agora. “Nosso trabalho no mundo inteiro é acolher crianças, fortalecer famílias e advogar pelos direitos de todas elas.
Acreditamos que nenhuma criança tenha que crescer sozinha, sem uma família, e esse é o princípio de trabalharmos com essas pessoas, que estavam em uma situação muito vulnerável”, finalizou

(Com informações Gazeta Regional)

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