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Atualizado em 29/01/2021 15:49 por Rubens Silva

Vacina do Butantan pode ir para fora do Brasil se Governo Federal não ampliar contrato

Um acordo para a aquisição de 54 milhões de doses extras pelo Governo Federal foi enviado na semana passada e aguarda até o final da semana por uma resposta.

O cenário atual do Programa Nacional de Imunização contra a Covid-19 é o de falta de doses. Até o fim da semana passada, o Brasil contava com cerca de 12,8 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus, entre Coronavac e a vacina de Oxford/AstraZeneca.
Mas só o grupo prioritário precisa de 31,7 milhões de doses – contando a primeira e a segunda aplicação. Apesar disso, o diretor do Instituto Butantan (que fabrica a Coronavac no País), Dimas Covas, afirmou que o contrato com o Ministério da Saúde abrange 46 milhões de doses entregues até abril – e que ainda não houve negociação para ampliação. Covas não descartou, inclusive, exportar doses para outros países.
“Está na hora de decidir. Se demorarmos, não vamos conseguir ampliar esse número”, afirmou o diretor do instituto. “O Butantan tem compromisso de acordo de entrega com outros países, e se o Brasil declinar dessas doses, vamos priorizar os demais países com quem temos acordo”, completou.
Um acordo para a aquisição de 54 milhões de doses extras pelo Governo Federal foi enviado na semana passada e aguarda até o final da semana por uma resposta. “Tenho certeza de que o Ministério da Saúde está ávido por novas doses, e nós podemos fornecer”, afirmou Covas.
Em nota na noite desta quarta-feira, o Ministério da Saúde declarou que irá se pronunciar no prazo oficial do contrato. "O Contratante [Ministério da Saúde] possui até o dia 30 de maio para manifestar sua opção de compra das 54 milhões de doses adicionais. Deve-se nesse momento priorizar o cumprimento do objeto contratado", afirmou.
“É inacreditável que, diante de uma pandemia, em um país que tem 215 milhões de habitantes, que precisa de vacinas para salvar vidas, nós tenhamos o distanciamento entre aquilo que o Ministério da Saúde deveria agir, solicitando mais vacinas que lhe são oferecidas, e esta resposta não é dada”, afirmou o governador de São Paulo, João Doria.


Fonte: Folha de São Paulo

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