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Atualizado em 03/02/2021 16:02 por Rubens Silva

Os novos presidentes da Câmara e do Senado defendem retorno do auxílio

O auxílio emergencial foi instituído pelo governo federal em 2020 para ajudar profissionais informais e demais brasilerios que se viram atingidos pela paralisação da economia no país por causa da pandemia.

Os novos presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), assinaram um documento, entregue à Presidência da República, no qual se comprometem a defender o retorno do auxílio emergencial em 2021.
"O Senado Federal e a Câmara dos Deputados manifestam que trabalharão de forma conjunta, harmônica e colaborativa em todos os temas que possam facilitar e ajudar os brasileiros na superação do drama da pandemia, incluindo, sobretudo, a análise das possibilidades fiscais para, respeitando o teto de gastos, avaliar alternativas de oferecer a segurança financeira através de auxílio emergencial para aqueles brasileiros e brasileiras que estejam enfrentando a miséria em razão da falta de oportunidade causada pela paralisia econômica provocada pela pandemia", diz o texto assinado na manhã desta quarta-feira, dia 3.
A "carta de intenções" escrita pelos novos chefes do Congresso Nacional foca ações para agilizar a vacinação da população contra a covid-19 e coloca o combate à pandemia como prioridade absoluta das duas Casas neste início de ano.
Pacheco e Lira prometem ainda agilizar as discussões sobre as reformas tributária e administrativa e avançar no debate das PECs (Propostas de Emenda à Constituição) do pacto federativo e a dos fundos públicos.
O auxílio emergencial foi instituído pelo governo federal em 2020 para ajudar profissionais informais e demais brasilerios que se viram atingidos pela paralisação da economia no país por causa da pandemia. Inicialmente ele contava com parcelas de R$ 600. Depois, as mensalidades caíram para R$ 300.

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