Manancial News menu

Goioerê - PR > Policial

Atualizado em 22/02/2021 12:51 por Rubens Silva

Polícia investiga caso do ‘servidor público’ que foi morto com um tiro no sofá de sua casa

Acredita-se que que duas pessoas chegaram em uma moto. Uma desceu e invadiu a casa da vítima e atirou enquanto ele estava sentado no sofá assistindo TV, de costa para a porta da sua casa. Gil morreu no local.

A equipe da Polícia Civil e Militar está trabalhando na investigação do homicídio do servidor público da Prefeitura de Goioerê, Gilmar dos Santos Mendes, 52 anos, que foi assassinado por volta das 20 horas desse domingo, dia 21.
Segundo informações, Gil da Máquina como era conhecido, foi morto dentro de sua residência na Rua Piracicaba, na Vila Guaíra, em Goioerê, perto da subestação da Copel.
Acredita-se que que duas pessoas chegaram em uma moto. Uma desceu e invadiu a casa da vítima e atirou enquanto ele estava sentado no sofá assistindo TV, de costa para a porta da sua casa. Gil morreu no local.
A esposa de Gilmar ouviu o estampido e o cheiro de pólvora e se dirigiu até a sala encontrando o marido morto no sofá.
Gil era casado e tinha dois filhos. Trabalhava há 26 na Secretaria de Viação e Obras onde era operador de máquina. Ele muito conhecido na cidade e sua morte provocou uma grande comoção.

Mais notícias

Veja também:

Funcionário da Prefeitura foi morto com um tiro na cabeça; agora a noite

Segundo informações levantadas no local, ele teria sido morto dentro de sua residência na Rua Piracicaba, na Vila Guaíra, em Goioerê, perto da subestação da Copel.

Maioria dos paranaenses votaram pela prisão do deputado Silveira; qual sua opinião?

Os deputados federais do Paraná foram maioria pela manutenção da prisão. Foram 19 votos para mantê-lo preso e 10 contra, além de uma abstenção.

Concurso da Polícia Civil é suspenso na madrugada deste domingo, dia da prova

Em nota pública pelas redes sociais, a PCPR informou que foi pega de surpresa pela decisão desta madrugada e disse que vai cobrar explicações da NC-UFPR. Pela redes sociais o governador Ratinho Júnior criticou a decisão.