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Atualizado em 26/02/2021 22:40 por Rubens Silva

ACIG e Sindicam cobram flexibilização nas medidas restritivas ao Covid-19

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Goioerê Alexandre Candido, juntamente com delegado do Sindicato Patronal Devanir Silvério, se reuniram nesta sexta-feira, dia 26, para solicitar apoio para flexibilização sobre as decisões tomadas em d

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Goioerê Alexandre Candido, juntamente com delegado do Sindicato Patronal Devanir Silvério, se reuniram nesta sexta-feira, dia 26, para solicitar da Faciap - Federação das Associações Comerciais do Paraná, Cacecopar, Sindicato Patronal e Fecomércio Paraná, apoio para tomarem medidas de flexibilização sobre as decisões tomadas em decreto pelo governador do Paraná.

Confira o manisfesto encaminhado para Presidente da Faciap Fernando Moras.

É preciso punir os irresponsáveis
A Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), entidade que representa mais de 300 Associações Comerciais e cerca de 50 mil empresas,
é contrária ao lockdown decretado hoje em todo o Paraná.
Os empresários não podem pagar pela irresponsabilidade de parte da população que insiste em ignorar as medidas de prevenção. O setor produtivo vem trabalhando com responsabilidade, segurança e não é foco de contaminação.
Um novo lockdown vai gerar desemprego e reduzir a renda das famílias. Muitos empreendimentos vão falir, pois já se encontram em situação de fragilidade devido à lenta recuperação dos fechamentos anteriores. Muitas famílias serão obrigadas a ficar em casa sem ter recursos para necessidades básicas.
A Faciap entende que o poder público poderia trabalhar com medidas restritivas que impeçam aglomerações, como a Lei Seca e o toque de recolher, intensificando a fiscalização para punir os infratores.
O trabalhador e o empresário não devem pagar a conta das aglomerações clandestinas que, em sua grande maioria, ocorrem em horários alternativos aos do setor produtivo. Se existem donos de bares, restaurantes e cultos religiosos que promovem aglomerações e contribuem para espalhar o vírus, que sejam também punidos. Este ônus não deve cair sobre quem luta para preservar a vida e trabalhar com segurança.
É preciso ampliar a fiscalização, aumentar a quantidade de leitos hospitalares, intensificar a realização de testes e ter a certeza de que as pessoas infectadas cumpram a quarentena com a disciplina necessária.
A FACIAP lamenta profundamente as mortes provocadas pela pandemia e ressalta que o lockdown não é a saída mais viável, pois abala a economia e contribui pouco para o combate ao vírus. Em muitos casos, prejudica mais do que ajuda.
Imunizar a população é uma medida emergencial e deve ser tratada como prioridade. Cabe ao Governo Federal atuar com mais eficiência e agilidade para que a vacinação chegue o mais rápido possível a todos.
O setor produtivo precisa continuar em funcionamento, contribuindo para a nossa sociedade com a responsabilidade e seriedade de sempre.

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