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Atualizado em 24/03/2021 17:22 por Rubens Silva

Brasil terá comitê para coordenar ações contra Covid-19, após um ano de pandemia

A formação do comitê foi definida durante reunião de Bolsonaro com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, do Senado, Rodrigo Pacheco, da Câmara, Arthur Lira; do procurador-geral da República, Augusto Aras, governadores e ministros.

Um ano depois pandemia e quase 300 mil mortes, o presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira, dia 24, a criação de um comitê para coordenar ações contra a Covid-19 no País. A iniciativa é tomada depois de mais de um ano do início da pandemia.
A formação do comitê foi definida durante reunião de Bolsonaro com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, do Senado, Rodrigo Pacheco, da Câmara, Arthur Lira; do procurador-geral da República, Augusto Aras, governadores e ministros.
Pelo que disse o presidente, a ideia é que haja uma coordenação das ações em conjunto com os governadores e chefes do Congresso. “Sem que haja qualquer conflito, sem que haja politização, creio que seja esse o caminho para o Brasil sair dessa situação bastante complicada que se encontra”, afirmou ele.
Também na manhã desta quarta-feira, Bolsonaro voltou a defender a possibilidade de tratamento precoce – apesar de ainda não haver medicamentos com comprovação de eficácia contra a Covid-19.

VACINAÇÃO E TRATAMENTO PRECOCE
Depois de críticas duras que vem chegando ao Planalto de todos os setores da sociedade, Bolsonaro e seus assessores iniciaram uma campanha para tentar mudar a imagem de que o presidente não investiu em vacinas.
Por meses, Bolsonaro criticou o investimento, apesar de o próprio Ministério da Saúde ter assinado o contrato para aquisição da vacina da AstraZeneca/Oxford.
O presidente proibiu o então ministro Eduardo Pazuello de comprar doses da CoronaVac, a vacina chinesa da Sinovac, que tem como parceira no Brasil o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo. Além disso, recusou-se por meses a assinar contratos com farmacêuticas como Pfizer e Janssen ainda em 2020, e chegou a dizer que não via razão para investir em vacinas e era preferível que se encontrasse um tratamento.
Nesta quarta, no entanto, assim como fez no pronunciamento da noite anterior, Bolsonaro defendeu a vacinação mas, ainda assim, voltou a falar em um tratamento precoce que não tem comprovação científica.

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