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Atualizado em 30/03/2017 00:04 por Rubens Silva

Marcio Nunes pede rigor na investigação da morte do presidente da associação que combatia à fraude nos combustíveis

Em seu discurso na Assembleia Legislativa, o deputado Márcio pediu agilidade nas investigações do crime que vitimou o presidente da Associação Brasileira de Combate à Fraude nos Combustíveis (ABCFC).

Fabrizzio Machado da Silva foi morto no último dia 23, com três tiros na cabeça quando chegava em casa em Curitiba. Conforme a polícia, a vítima teve o carro atingido na traseira por um outro veículo da marca Honda Civic e ao descer para ver o que tinha acontecido, foi atingido pelos tiros. Ele morreu no portão de sua casa.
Fabrizzio tinha atuado em diversas ações em postos de combustíveis. Algumas das operações acabaram no fechamento dos estabelecimentos. Ele foi fundador e era presidente da Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), criada em 19 de outubro de 2012. Por meio da entidade, atuava como especialista técnico em ações realizadas pelos órgãos de fiscalização e pelo Ministério Público.
“Fui procurado em meados de julho do ano passado pelo senhor Fabrizzio Machado da Silva, presidente da Associação Brasileira de Combate à Fraude nos Combustíveis (ABCFC), junto com ele, pessoas ligadas ao Sindicato dos Combustíveis do Estado do Paraná. Estavam preocupados com o alto nível de adulteração, com a fraude nos combustíveis do Paraná e solicitavam uma correção na Lei 1.7617/2013. Essa correção, traria uma série de ações que beneficiariam além dos consumidores, os bons comerciantes, e para os adulteradores e fraudadores, pesadas sanções”, disse o deputado márcio Nunes.
Segundo ele, por entender a importância do ato, procurou ajuda de outro parlamentar. “Entendendo a importância do ato, procurei o amigo e também deputado estadual, Luiz Claudio Romanelli, com condições legislativas bem melhor – por ter exercido mais mandatos – para um auxilio nas correções da Lei, que seriam; aqueles postos de gasolina que estivesse fraudando ou adulterando, teria o cadastro de contribuinte cancelado, uma sanção pesada. Aquele que entregasse menos combustível do que foi comprado, também seria penalizado com os mesmos rigores da Lei modificada.”.
De acordo com o deputado, Fabrizzio e as pessoas ligadas ao Sindicato dos Combustíveis do Estado do Paraná, estavam preocupadas. “Eles queriam zelar pelos bons comerciantes, tanto que pediram para que na Lei fosse incluído que os postos e os laudos emitidos, fossem fiscalizados pelo órgão regulador, a partir da constatação da fraude, e também que as sanções fossem aplicadas ao final do processo administrativo”, finalizou.

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