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Atualizado em 18/12/2021 12:47 por Rubens Silva

Presos fazem ‘live’ para reclamar da superlotação e da situação da cadeia

A primeira transmissão, feita por volta das 18h de quinta-feira mostra vários detentos com rostos cobertos na mesma cela. Um deles começa explicando que todos ali são detentos da cadeia pública de Sarandi e pretendem mostrar o que enfrentam no dia a dia.

Presos da cadeia pública de Sarandi fizeram uma transmissão ao vivo na noite de quinta-feira, dia 16 para reclamar da situação do presídio. O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen-PR) informou que uma fuga foi frustrada.
A primeira transmissão, feita por volta das 18h de quinta-feira mostra vários detentos com rostos cobertos na mesma cela. Um deles começa explicando que todos ali são detentos da cadeia pública de Sarandi e pretendem mostrar o que enfrentam no dia a dia.
“O que nós passamos aqui dentro é desumano, é fora de cogitação reabilitar qualquer ser humano. Nós viemos aqui, jamais num gesto de tumulto, mas num gesto de socorro para mostrar tudo aquilo que passamos dentro da comarca de Sarandi. Nós não estamos sozinhos. Todo mundo que está aqui tem família, tem esposa, filhos, pai… Todo mundo aqui é ser humano igual a todos que estão lá fora. Nós erramos e estamos aqui pagando nossos erros. Não estamos fugindo e não queremos caviar e nem vida boa, queremos pagar nossas penas com dignidade”.
Segundo o coordenador regional do Departamento de Polícia Penal do Paraná, Luciano Brito, a transmissão foi feita após o Deppen frustrar uma fuga na cadeia de Sarandi. Para o coordenador, “os presos estão revoltados com as constantes revistas”. No entanto, Brito admite que há superlotação e este é um problema grave, que afeta todo o sistema prisional do interior do Estado. Porém, ele assegura que parte do problema deverá ser solucionado com a inauguração da penitenciária de Guaíra. “Em alguns aspectos os presos tem razões em suas reivindicações, mas na maioria dos casos eles estão é querendo chamar a atenção, se apresentar como vítimas, o que na verdade não são”, disse Brito em entrevista a uma emissora de TV local.
Uma das queixas dos presos é que muitos ali já estão condenados, deveriam estar cumprindo suas sentenças em penitenciárias, mas enquanto isto não acontece eles são obrigados a aguardar em presídios precários. Eles se queixam também de maus tratos e falta de assistência médica para o que estão com problemas de saúde. Na live realizada com o perfil de Rian Silva, os presos reclamam da falta de médico e da dificuldade de acesso a produtos alimentícios que seus familiares levam para eles.


(Com informações Maringá Mais)

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