Atualizado em 27/12/2021 12:25 por Rubens Silva
Prepare o bolso: 2022 promete ser um ano ainda mais caro
Um cenário, ao que tudo indica, que não deve sofrer grande transformação no próximo ano. Ou seja, 2022 promete ser um ano tão (ou até mais) caro do que foi 2021

O ano de 2021 foi pesado para o bolso dos brasileiros. Com uma crise econômica em escala global deflagrada pela pandemia do novo coronavírus, os brasileiros tiveram de lidar nos últimos tempos com situações como a retração do mercado de trabalho, o aumento da informalidade e a falta de reajuste salarial, ao mesmo tempo em que a inflação e o custo de vida só subiam, corroendo o poder de compra e a capacidade de consumo de bens e serviços. Um cenário, ao que tudo indica, que não deve sofrer grande transformação no próximo ano.
Ou seja, 2022 promete ser um ano tão (ou até mais) caro do que foi 2021.
Neste ano, por exemplo, a meta central de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75%. Isso significa que a meta será considerada formalmente cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Contudo, a inflação já supera 10,7% em 12 meses na prévia de novembro, o que levou o próprio Banco Central a admitir oficialmente que a meta não será cumprida.
Para 2022, por outro lado, o centro da meta inflacionária é de 3,5%, sendo considerada cumprida se ficar entre 2% e 5%. A maioria das projeções apuradas no Relatório Focus para o IPCA do próximo ano, contudo, aponta para o rompimento da meta pelo segundo ano consecutivo, com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo subindo 5,03%.
Isso significa que já de partida temos, para 2022, um cenário instalado que aponta para um novo aumento no custo de bens e serviços no país. Isso, aliado à perspectiva de uma economia estagnada no próximo ano (com renda e crédito afetados), deve representar um bolso ainda mais pesado para nós, cidadãos e consumidores.
Neste ano, por exemplo, a meta central de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75%. Isso significa que a meta será considerada formalmente cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Contudo, a inflação já supera 10,7% em 12 meses na prévia de novembro, o que levou o próprio Banco Central a admitir oficialmente que a meta não será cumprida.
Para 2022, por outro lado, o centro da meta inflacionária é de 3,5%, sendo considerada cumprida se ficar entre 2% e 5%. A maioria das projeções apuradas no Relatório Focus para o IPCA do próximo ano, contudo, aponta para o rompimento da meta pelo segundo ano consecutivo, com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo subindo 5,03%.
Isso significa que já de partida temos, para 2022, um cenário instalado que aponta para um novo aumento no custo de bens e serviços no país. Isso, aliado à perspectiva de uma economia estagnada no próximo ano (com renda e crédito afetados), deve representar um bolso ainda mais pesado para nós, cidadãos e consumidores.
(Com informações Bem Paraná)
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