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Goioerê - PR > Policial

Atualizado em 21/02/2023 19:57 por Rubens Silva

“Preciso de ajuda, estou sofrendo agressões física”, informou vítima de cárcere privado em Goioerê

A vítima relatou para os policiais que na semana passada, o denunciado a manteve em cárcere privado de terça-feira à quinta-feira e que na sexta-feira também teria a impedido de sair de casa e de trabalhar.

Um policial recebeu uma mensagem em seu telefone particular., “Preciso de ajuda, não posso falar muito. estou sofrendo agressões físicas, ele me tranca e dopa. Não posso trabalhar. Porém se aparecer alguém fardado ele me mata. Ele diz que tem uma arma dentro de casa. Poderia vir uma mulher policial sem farda e me chamar. Tenho câmera então o carro da polícia não pode aparecer. Não responda essa mensagem, ele está super agressivo. sele ele desconfiar ele me mata. Socorro! diga que veio conversar sobre uma consulta”.
Essa mensagem foi um pedido de socorro de um psicóloga de Goioerê que estava sendo aprisionada dentro de casa. A vítima relatou para os policiais que na semana passada, o denunciado a manteve em cárcere privado de terça-feira à quinta-feira e que na sexta-feira também teria a impedido de sair de casa e de trabalhar.
Diante dessa situação com características crise, foram adotadas as medidas cabíveis para primeira intervenção. Foi acionada a equipe de negociação do BOPE, e a equipe rotam que deslocou até a residência de ocorrência com apoio da guarnição de RPA do município, com a devida cautela, as equipes conseguiram estabelecer contato com a vítima.
Ela deu autorização para a entrada na sua residência, de modo que foi realizado o adentramento com as devidas medidas de segurança diante do risco de o indivíduo estar de porte de arma de fogo conforme relato da vítima.
Já dentro da residência os policiais localizaram o suspeito em uma edícula. Ele recebeu voz de abordagem, sendo revistado e dominado.
Com a autorização da solicitante foi realizada uma busca no interior do imóvel a fim de localizar a suposta arma, sendo que durante as buscas, foram identificados dois canivetes os quais a vítima indicou como sendo usados para ameaçá-la.
Também foram encontrados diversos remédios, entre os quais o suspeito, obrigava a vítima a usar para ficar sonolenta.
A vítima relatou ainda que por diversas vezes o suspeito a agrediu fisicamente com socos na região da cabeça e outras partes do corpo. O suspeito também obrigava a tomar os remédios para dopá-la sob pena de ser agredida novamente. Diante dos fatos, ambos foram encaminhados a unidade de saúde a fim de passar por laudo médico e posteriormente foi elaborado um Boletim de Ocorrências.
Os policiais recolheram algum dos remédios utilizados pelo autor para dopar a vítima, além de dois canivetes, em tese, utilizados para ameaçá-la. Também foi apreendido um aparelho de celular, onde segundo a vítima, o agressor guardava fotos dela dopada.

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