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Atualizado em 30/10/2025 15:11 por Rubens Silva
O governo do Paraguai colocou as áreas fronteiriças em estado de alerta máximo e intensificou a fiscalização na Ponte Internacional da Amizade. A Marinha paraguaia também ampliou o patrulhamento no Rio Paraná, com o objetivo de impedir possíveis fugas de criminosos ligados ao Comando Vermelho.

Após a megaoperação policial no Rio de Janeiro, que resultou em 121 mortos nos complexos da Penha e do Alemão, os países vizinhos Paraguai e Argentina reforçaram o controle nas fronteiras com o Brasil, especialmente na região de Foz do Iguaçu, onde há intenso fluxo de pessoas e veículos.
O governo do Paraguai colocou as áreas fronteiriças em estado de alerta máximo e intensificou a fiscalização na Ponte Internacional da Amizade. A Marinha paraguaia também ampliou o patrulhamento no Rio Paraná, com o objetivo de impedir possíveis fugas de criminosos ligados ao Comando Vermelho.
De acordo com o Conselho Nacional de Defesa, as autoridades paraguaias estão realizando ações de inteligência para identificar suspeitos que tentem escapar pela fronteira. “As instituições de segurança e controle adotaram medidas extraordinárias de vigilância em toda a faixa leste do Paraguai”, informou o órgão em comunicado.
As medidas incluem o reforço nos postos migratórios, aumento do patrulhamento em áreas críticas e cooperação direta com forças brasileiras e argentinas.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Brasil também está em alerta máximo. Segundo o diretor de Operações, Marcus Vinicius Silva de Almeida, as bases de fronteira receberam instruções para intensificar o monitoramento. “O Paraguai é o ponto mais visado por causa da extensão da fronteira e da facilidade de evasão”, afirmou o dirigente.
O secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Teixeira, destacou que o estado está colaborando com o governo do Rio de Janeiro. “Todas as nossas forças estão à disposição, e o governador Ratinho Junior deve participar de uma reunião no Rio para discutir ações conjuntas”, informou.
Do outro lado da fronteira, a Argentina também reagiu. O governo de Patricia Bullrich declarou alerta máximo de segurança e passou a classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações narcoterroristas.
A ministra afirmou que brasileiros que entrarem no país serão monitorados com mais rigor, mesmo sem antecedentes criminais. “Vamos observar todos os brasileiros, mas sem confundir turistas com criminosos”, destacou Bullrich.
Ela também revelou que mais de 40 presos brasileiros ligados às facções criminosas estão em penitenciárias argentinas sob vigilância reforçada.
Com as medidas adotadas pelos três países, o clima é de cautela e vigilância constante na região trinacional (Brasil, Paraguai e Argentina). As forças de segurança seguem atuando de forma integrada para impedir a entrada ou fuga de integrantes de facções criminosas e garantir a segurança nas fronteiras.
Com Informação: Portal da Cidade
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