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Atualizado em 06/02/2026 12:19 por Administrador
A Polícia Militar foi acionada rapidamente por vizinhos que ouviram os estampidos e informaram que havia uma pessoa caída em via pública. Ao chegarem no local, as equipes de socorro e policiais apenas puderam constatar o óbito. A vítima não resistiu aos ferimentos provocados pelos vários disparos.

O silêncio da madrugada desta sexta-feira (6), foi quebrado de forma assustadora em Goioerê. Por volta das 3h40, moradores da região da Avenida Marinho Tavares, no Jardim Primavera — próximo à entrada do bairro Galileia —, acordaram com o barulho de rajadas de tiros. O resultado foi mais um homicídio registrado, o segundo registrado em 2026 na cidade.
A Polícia Militar foi acionada rapidamente por vizinhos que ouviram os estampidos e informaram que havia uma pessoa caída em via pública. Ao chegarem no local, as equipes de socorro e policiais apenas puderam constatar o óbito. A vítima não resistiu aos ferimentos provocados pelos vários disparos.
O homem foi identificado como João Paulo Gomes de Andrade, de 30 anos. De acordo com as informações preliminares colhidas no local, a vítia estaria chegando do trabalho no momento em que foi surpreendido pelos atiradores. Ele residia em uma kitnet nas proximidades de onde foi morto.
A cena do crime foi isolada pela Polícia Militar até a chegada da Polícia Civil e da Polícia Científica (Criminalística), que realizaram o levantamento das provas técnicas. O corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Umuarama para os exames de necropsia.
A Polícia Civil de Goioerê já iniciou as investigações para descobrir a autoria e a motivação dessa execução. Os investigadores devem analisar imagens de câmeras de segurança de comércios e residências da região, que podem ter registrado a fuga dos criminosos.
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A secretária percorreu os corredores, entrou nas salas e conversou diretamente com quem faz a educação acontecer: professores, funcionários e, claro, os estudantes. O objetivo foi levar uma mensagem de apoio e verificar se o ambiente estava preparado para receber a criançada com o carinho que elas merecem.
O Cristma é referência no tratamento de pessoas que enfrentam a dependência química (álcool e drogas), mas o trabalho vai muito além. A equipe oferece suporte para quem sofre com vício em jogos, pensamentos suicidas e outras situações de vulnerabilidade.
A diretora do Departamento de Educação, Silvana Goes, ressaltou que o curso vai muito além de aprender novas receitas. Segundo ela, o treinamento qualifica as merendeiras — e também as agricultoras que participaram — para levar mais cuidado, qualidade e, principalmente, inclusão para o prato dos alunos.