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Atualizado em 01/04/2024 15:18 por Rubens Silva

Julgamento que pede a cassação do cargo de senador de Sérgio Mouro começa nesta segunda-feira

Moro, que ingressou na política após ganhar projeção nacional como juiz responsável pelos processos da Lava Jato, é acusado de abuso de poder econômico durante a pré-campanha eleitoral de 2022, ano em que foi eleito com 1,9 milhão de votos.

As duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) que solicitam a cassação do mandato do senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) serão julgadas a partir das 14 horas desta segunda-feira (1º) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR), em Curitiba, de forma presencial.
O TRE também reservou os dias 3 e 8 de abril para o julgamento dos processos, podendo a conclusão ocorrer em qualquer um destes dias, dependendo da agilidade dos votos da corte.
Moro, que ingressou na política após ganhar projeção nacional como juiz responsável pelos processos da Lava Jato, é acusado de abuso de poder econômico durante a pré-campanha eleitoral de 2022, ano em que foi eleito com 1,9 milhão de votos.
As ações contra Moro, movidas pelo Partido Liberal (PL) e pela Federação Brasil da Esperança - FÉ BRASIL (PT/PCDOB/PV), datam de novembro e dezembro de 2022. Em dezembro de 2023, a Procuradoria Regional Eleitoral emitiu parecer favorável à cassação de seu mandato.
Durante os processos, Moro negou as acusações, afirmando que agiu dentro das regras. Sua equipe não confirmou se ele participará do julgamento.

COMO SERÁ O JULGAMENTO
O TRE disponibilizou 70 lugares para o público acompanhar as sessões presencialmente mediante cadastro prévio.
A corte será composta por sete membros, incluindo o relator Desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza e o presidente Desembargador Sigurd Roberto Bengtsson. Todos os membros votarão ao final dos trabalhos, pois os processos envolvem possível perda de mandato.
Independentemente da decisão do tribunal paranaense, ela poderá ser objeto de recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além de Moro, os suplentes Luis Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra também são alvo dos processos. Uma das ações acusa Moro de "desequilíbrio eleitoral causado pela irregular pré-campanha", enquanto a outra aponta indícios de uso indevido de recursos eleitorais.
As ações argumentam que Moro e seus suplentes utilizaram recursos e estrutura de pré-campanha presidencial para vantagem eleitoral na disputa ao Senado, além de movimentações financeiras suspeitas.
O julgamento desses processos marca mais um capítulo na trajetória política do ex-juiz e figura polêmica Sérgio Moro, cujas decisões impactaram profundamente a política nacional nos últimos anos.

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